Funk na lancha e vadiagem derrubaram aprovação de Bolsonaro entre os evangélicos

Jair Bolsonaro gastou R$ 2,4 milhões em férias no litoral do país, entre dezembro e janeiro, em plena pandemia (Foto: Reprodução/Facebook)


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– As férias de Jair Bolsonaro, seus passeios de jet-ski, seu funk na lancha ao lado de uma mulher de biquíni e sua insensibilidade enquanto a Bahia sofria com as enchentes derrubaram sua aprovação entre os evangélicos, segundo aponta a coluna política do jornal Estado de S. Paulo, nesta segunda-feira. A imagem de que Jair Bolsonaro não trabalha, não tem empatia e pensa apenas no seu bem-estar pessoal ajudaram a ampliar sua rejeição entre os evangélicos. Por isso mesmo, na mais recente pesquisa Quaest, ele apareceu com 34% de apoio, atrás do ex-presidente Lula, com 35%. De acordo com os analistas do jornal, nem mesmo a nomeação de André Mendonça, o ministro terrivelmente evangélico para o Supremo Tribunal Federal, conseguiu estancar a sangria.

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