Robinho é condenado por estupro e poderá pegar até 9 anos de prisão


A Corte de Cassação de Roma rejeitou recurso apresentado pelo ex-jogador Robinho e por Ricardo Falco, amigo do jogador, e confirmou a condenação por 2 a 9 anos de prisão por violência sexual de grupo cometida contra uma mulher albanesa.

A Justiça italiana pode pedir a extradição dos condenados, mas a Constituição veta a extradição de brasileiros, o que significa que dificilmente eles serão mandados para a Itália. A Justiça do país europeu, no entanto, poderá pedir que eles cumpram as penas de prisão em uma penitenciária brasileira.

Entenda o caso


O episódio envolvendo o jogador ocorreu em Milão, na boate Sio Cafe, durante a madrugada de 22 de janeiro de 2013. A vítima, uma mulher albanesa, na época celebrava seu aniversário de 23 anos. Além de Robinho e Ricardo Falco, outros quatro brasileiros foram denunciados por terem participado do ato.


Boate Sio Cafe, em Milão, onde teria acontecido o caso. (Foto: Reprodução)

Robinho confirmou o envolvimento sexual com a vítima, mas negou as acusações de violência sexual, quando foi interrogado, em 2014. Ele não esteve presente em nenhuma das audiências nos quase seis anos de julgamento.

Em 2020, o caso voltou à tona quando o portal Globo Esporte publicou trechos de conversas interceptadas pela polícia, nas quais Robinho e os amigos fazem pouco caso da vítima. “Estou rindo porque não estou nem aí, a mulher estava completamente bêbada, não sabe nem o que aconteceu”, escreveu o jogador em uma das conversas.

A defesa de Robinho, apelou à Corte de Cassação, a terceira e última instância italiana, mas teve o recurso rejeitado. O Santos anunciou contratação de Robinho em outubro de 2020, mas o clube suspendeu o contrato do jogador depois da pressão causada pela condenação, até então em primeira instância.






Fonte: Oimparcial

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