Protesto no terminal da Ponta da Espera é encerrado e vias para o ferry boat são liberadas em São Luís

Vias para o Terminal da Ponta da Espera foram liberadas durante a tarde desta terça (17) — Foto: Rodrigo Bomfim


A Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB) informou na tarde desta terça-feira (17) que foi suspenso o bloqueio das vias de acesso aos terminais da Ponta da Espera e do Cujupe, em São Luís e Alcântara.

A liberação das vias aconteceu após de negociações entre a MOB, as Cooperativas de Transporte Alternativo da Baixada Maranhense, as empresas Serviporto e Internacional Marítima, Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) e Polícia Militar.

Trabalhadores de cooperativas de vans fazem protesto em terminais de ferryboat no Maranhão — Foto: Reprodução/ TV Mirante

No entanto, de ferry boat continua somente com duas embarcações por conta da manutenção que está sendo feita em uma das três em operação, tendo como prioridade de embarque as ambulâncias com pessoas em atendimento de saúde e sistema de segurança pública.

O protesto de caminhoneiros e trabalhadores de cooperativas de vans começou às 00h desta terça-feira (17). Eles reivindicam a melhoria na qualidade dos serviços prestados pelas empresas de transporte aquaviário. Além da precariedade, eles alegam que apenas três ferrys estavam operando e, desde o domingo (15), um deles parou de funcionar por problemas mecânicos.

Por causa disso, várias pessoas que compraram passagens antecipadamente não puderam realizar suas viagens. Segundo os manifestantes, os dois ferry boats da Internacional Marítima que estão operando não são suficientes para atender a demanda de passageiros.

“A gente teve uma reunião com o presidente da MOB na quinta-feira, ele garantiu para nós que os problemas mecânicos [no ferryboat] teriam sido sanados. Quando foi no sábado, deu problema e parou total agora. A gente não tem resposta de ninguém, tem apenas duas embarcações da Internacional que ainda estão funcionando, mas não é suficiente para dar vazão no fluxo”, disse Genival Rodrigues, trabalhador de cooperativa de transporte de passageiros.

Fonte:G1MA

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